Identificação do pet: escolher o que fica público
Um perfil de identificação pode ajudar alguém a entrar em contato quando encontra seu pet. Para funcionar bem, ele precisa mostrar informações úteis sem expor mais do que você deseja. Vale revisar cada campo pensando em quem poderá abrir esse perfil.

Neste guia
Conferir as escolhas
No perfil do pet, a área de privacidade permite selecionar os campos públicos, como foto, nome do tutor, WhatsApp, endereço, localização, nota e informações de medicação. Nome e espécie do animal fazem parte da identificação. Salve as escolhas e abra a Prévia pública para conferir o resultado.
Uma informação preenchida no cadastro não precisa ser compartilhada automaticamente. Verifique o que está marcado e leia a prévia como alguém que não conhece você. Se houver uma nota, use linguagem clara e apenas o necessário para ajudar no contato ou no cuidado imediato.
Manter um meio de contato útil
Se escolher mostrar WhatsApp, confira se o número está correto e continua sendo usado. Um perfil sem contato público pode identificar o animal, mas dificulta avisar o tutor. Endereço completo e localização são decisões separadas; avalie se realmente precisam aparecer.
Momentos e comprovantes de vacinação não aparecem nessa página pública. Ainda assim, a foto de perfil e os campos autorizados devem ser revisados antes de compartilhar a identificação.
Entender o papel da tag
A identificação NFC abre as informações vinculadas ao pet quando alguém a utiliza. Ela não funciona como GPS e não acompanha a localização do animal. Manter a tag em boas condições e o cadastro atualizado é o que permite que essa identificação seja útil.
Após trocar telefone, mudar informações importantes ou reorganizar a privacidade, confira a prévia novamente. Essa revisão leva pouco tempo e evita depender de um dado que deixou de funcionar justamente quando alguém precisa falar com você.
Atualizado em 01/10/2026